quarta-feira, 26 de junho de 2013

Vândalos Ou Doces Bárbaros!

Uma crônica de meu amigo Poeta, que define bem o momento histórico de nosso País, onde a população se manifesta em movimentos, buscando a solução de problemas que afligem a todos. Parabéns Poeta!

  1. Vândalos Ou Doces Bárbaros!

    Infelizmente, não é a mobilização pacífica que produz mudanças de consciência e atitude política nos poderosos de uma nação. A verdadeira mola propulsora que determina as ações de respostas imediatas são os atos... do vandalismo em meio a essas manifestações pacificas, pois são eles que potencializam e produzem a leitura do descontrole social e toda a sua insatisfação, até porque são eles também, que atravessam fronteiras e denotam a anarquia popular generalizada, exatamente por serem os preferidos da grande mídia.
    O que urge é se separar o que é vandalismo, movido pela insatisfação e opressão social, do que é bandidismo, tipo os saques que têm ocorridos paralelamente a algumas manifestações públicas.

    Se ficássemos somente nas manifestações pacificas, eles iriam continuar a acender charutos cubano com notas de dólares e a bebericar seus scoth's lá em Brasília, sem qualquer preocupação: Resumindo tudo, sem vandalismos e/ou mártires não se faz revolução alguma. Enfatizo, infelizmente, é assim que a banda toca!

    A própria Presidente (a?) do país Dilma Houssef, bem sabe disso, pois se não fosse uma das mártires vivas dos anos de chumbo e das ações radicais empregadas por ela e seus companheiros (vândalos; bandidos?), utilizando-se até da guerrilha urbana e assaltos a bancos, primeiro para financiar o próprio movimento de defesa e resistência civil e em segundo pra demonstrar ao mundo, quão tonta e ineficaz era a tal propaganda de controle total das forças armadas articulada pela CIA ao derredor do mundo, talvez ainda estivéssemos sobre o jugo da insana e nefasta ditadura militar até hoje.

    Definitivamente, não é possível, se chegar à paz sem o exercício dos conflitos e, isso é assim até mesmo, com as nossas consciências.

    Antônio Poeta


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